Nove dias e nove noites
Consumida pelo desespero
Vivendo das lagrimas e do orvalho
Em busca da luz que tanto amava
Prostrada no chão molhado e escuro
Coberta pelos cabelos desgrenhados
Como uma louca sob a Lua
Somente as sombras noturnas
Vieram te consolar
Porem, ainda hoje em forma de flor
Segue esta luz que do alto olha indiferente
A face da constância
Mas a noite chegará
Pra te livrar desta angustia
Acolherá-te em seus braços
E dela colheras teu alimento.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
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