quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Cidade sem Ninguém

Triste historia cega
Que na vida é desamada
No decorrer de uma caminhada sórdida
Ouço passos fúnebres na imensidão do nada.
A chuva cai sobre a cidade
E as luzes que antes encantavam meus olhos
Agora tentam brilhar em meio à névoa opaca,
Sombras de tristeza pairam sobre mim.
Os gritos que soltei caíram no meio do caminho
E ninguém pode ouvi-los
Mas da minha janela
Ouvia todos os suspiros do mundo
Sozinho na cidade sem ninguém.

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