Pulo da cama em plena madrugada
Um sonho interrompeu meu sono
Está frio e o relógio marca três horas
Ainda presente em minha mente
Está a imagem branca de uma mulher
Tal como uma escultura em mármore sob a Lua
Tento me situar no escuro que permanece
Entre as paredes frias ao meu redor
Lembro-me do sonho com a face entre as mãos
Posso jurar que da mulher em seu leito carmim
Havia sentido o hálito e o calor em seus seios
E o seu sangue reagindo aos hormônios da volúpia
Fazendo palpitar sua jugular sob meus lábios
Foi só um desses sonhos que se desvanecem na mente
A decepção me deprime e me percorre a alma
Com dolorosa intensidade
Desolado volto para a cama com um sonho sem sono
Certo de que a verei ao amanhecer.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Cidade sem Ninguém
Triste historia cega
Que na vida é desamada
No decorrer de uma caminhada sórdida
Ouço passos fúnebres na imensidão do nada.
A chuva cai sobre a cidade
E as luzes que antes encantavam meus olhos
Agora tentam brilhar em meio à névoa opaca,
Sombras de tristeza pairam sobre mim.
Os gritos que soltei caíram no meio do caminho
E ninguém pode ouvi-los
Mas da minha janela
Ouvia todos os suspiros do mundo
Sozinho na cidade sem ninguém.
Que na vida é desamada
No decorrer de uma caminhada sórdida
Ouço passos fúnebres na imensidão do nada.
A chuva cai sobre a cidade
E as luzes que antes encantavam meus olhos
Agora tentam brilhar em meio à névoa opaca,
Sombras de tristeza pairam sobre mim.
Os gritos que soltei caíram no meio do caminho
E ninguém pode ouvi-los
Mas da minha janela
Ouvia todos os suspiros do mundo
Sozinho na cidade sem ninguém.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Clície
Nove dias e nove noites
Consumida pelo desespero
Vivendo das lagrimas e do orvalho
Em busca da luz que tanto amava
Prostrada no chão molhado e escuro
Coberta pelos cabelos desgrenhados
Como uma louca sob a Lua
Somente as sombras noturnas
Vieram te consolar
Porem, ainda hoje em forma de flor
Segue esta luz que do alto olha indiferente
A face da constância
Mas a noite chegará
Pra te livrar desta angustia
Acolherá-te em seus braços
E dela colheras teu alimento.
Consumida pelo desespero
Vivendo das lagrimas e do orvalho
Em busca da luz que tanto amava
Prostrada no chão molhado e escuro
Coberta pelos cabelos desgrenhados
Como uma louca sob a Lua
Somente as sombras noturnas
Vieram te consolar
Porem, ainda hoje em forma de flor
Segue esta luz que do alto olha indiferente
A face da constância
Mas a noite chegará
Pra te livrar desta angustia
Acolherá-te em seus braços
E dela colheras teu alimento.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Reflexão
O tempo passa e leva consigo
Algumas pessoas
Pois é meu amor...
Hoje você está aqui comigo
Amanhã ninguém sabe
E daqui alguns anos
Alguém estará lembrando
Em câmera lenta
Do seu sorriso, dos seus passos
De um carinho ou atenção que dedicaste
E neste momento
Os olhos deste alguém
Estarão cheios de lágrimas
E sua alma enfrentará o vazio.
O tempo passa e algumas pessoas
Ficarão sozinhas lá na frente
Não esqueça de dar um abraço
Aprenda a dizer eu te amo em silêncio
MAS DIGA EM VOZ ALTA
De vez em quando
Sorria e olhe nos olhos
Nesta hora e sempre
Isto vale pra dizer que sim
E pra explicar o não
Guarde bem esta parte
Todo “não” merece ser explicado
Dê um significado àquelas lágrimas
Para que o passado de quem você amou
Tenha valido a pena.
Campina Grande, 10/12/2007
Algumas pessoas
Pois é meu amor...
Hoje você está aqui comigo
Amanhã ninguém sabe
E daqui alguns anos
Alguém estará lembrando
Em câmera lenta
Do seu sorriso, dos seus passos
De um carinho ou atenção que dedicaste
E neste momento
Os olhos deste alguém
Estarão cheios de lágrimas
E sua alma enfrentará o vazio.
O tempo passa e algumas pessoas
Ficarão sozinhas lá na frente
Não esqueça de dar um abraço
Aprenda a dizer eu te amo em silêncio
MAS DIGA EM VOZ ALTA
De vez em quando
Sorria e olhe nos olhos
Nesta hora e sempre
Isto vale pra dizer que sim
E pra explicar o não
Guarde bem esta parte
Todo “não” merece ser explicado
Dê um significado àquelas lágrimas
Para que o passado de quem você amou
Tenha valido a pena.
Campina Grande, 10/12/2007
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