É só disso que eu preciso.
Um copo de vinho
E uma música lenta
Cuja letra seja feliz,
O vento tocando meu rosto
E o seu som nas folhas
Chegando aos meus ouvidos.
É só disso que eu preciso.
O canto dos pássaros nas árvores
E delas a sua sombra.
Flores, mariposas
E um pequeno louva-a-deus
É só disso que eu preciso.
Poesia ao ar livre.
Natureza sem fim
E uma doce sensação
De pensamento às alturas
Esquecer o mundo por um minuto
E enfim...
Ser Eu mesmo.
É só disso que eu preciso,
O resto vem depois.
(Obrigado meu Deus, por no mundo existir poesia)
Tiago Limeira Andrade
Campina Grande, 10 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
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