quinta-feira, 20 de março de 2008

Julia

Um sorriso de Sol,
Olhos de esperança,
Corpo de mistério,
Cor de uma estatua Grega
E uma beleza impar.
Tão bela quanto impossível
Tão impossível quanto desejada
Tão desejada quanto à vida eterna
Tão eternamente viva quanto alegre
E tão alegre quanto uma festa,
Uma daquelas que vira a noite.
A noite tem seus mistérios
E quem seria Julia sem mistérios?
E que mais nela poderia me atrair
Sendo eu um arqueólogo dessas coisas
Quanta “Julia” precisa existir no mundo,
Pra que somente uma surja na multidão?
Assim como uma mulher deve fazer.
Ah, que exemplo!
Tão humana quanto divina
E um perfume só seu.
Tão seu quanto o mundo
Tão mulher quanto Julia
Tão Julia quanto linda.
Tão linda que eu te quero ainda.

Um comentário:

Alessandro disse...

Esse rapaz tem futuro.Espero que continue escrevendo poesias, ele gosta muito e os resultados sao muito bons!!!
Continue assim!!!