A madrugada invade o entorno
Como os teus olhos negros
Invadem minha alma quieta
E tua presença se torna festa
Em meio às palavras deste poema.
Vem, que tudo isto é teu,
Vem que eu não quero esconder
O que guardei pra te dar,
Vem, se você gostar de mim
Seguirei o teu sorriso
Como um navio segue o farol,
Vem que estas pérolas são tuas
E todo o ouro também,
Vem, responda-me
E eu serei só teu
Em todas as dimensões,
Vem, guarde os teus tesouros
Vem, enquanto ainda existo
E do respeito de cada dia
Eu só quero amar.
Campina Grande, 27/06/2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Entre o Sol e o Asfalto
Meio dia, ando sozinho
Um dia e meio
Nada muda.
De tanto andar
Por este caminho
Conheço cada pedra
Da calçada que piso
Subo e desço todo dia
Entre o Sol e o asfalto.
Campina Grande, 15/06/2009
Um dia e meio
Nada muda.
De tanto andar
Por este caminho
Conheço cada pedra
Da calçada que piso
Subo e desço todo dia
Entre o Sol e o asfalto.
Campina Grande, 15/06/2009
Sinais
Apenas uma vez
Eu soube que virias
Não havia cavalos noturnos
Nem sapos anômalos
Somente um som sonhado
Em meio à madrugada
E de manhã bem cedo
Cruzaste o meu portão
Com o Sol dourando teu cabelo
Enquanto ameaçavas minha fé
Com os sinais da tua chegada.
Campina Grande, 15/06/2009
Eu soube que virias
Não havia cavalos noturnos
Nem sapos anômalos
Somente um som sonhado
Em meio à madrugada
E de manhã bem cedo
Cruzaste o meu portão
Com o Sol dourando teu cabelo
Enquanto ameaçavas minha fé
Com os sinais da tua chegada.
Campina Grande, 15/06/2009
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